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Rejecting the Social Contract: Criminal Governance, Agrarian Inequalities and the Autodefensa Movement in Michoacán, Mexico

Published online by Cambridge University Press:  01 February 2023

Joel Salvador Herrera*
Affiliation:
Department of Sociology, University of California–Los Angeles
*
*Corresponding author. Email: jsherrera@ucla.edu
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Abstract

In many developing countries where formal institutions fail to guarantee rule of law, criminal organisations have emerged as intermediaries between citizens and the state. In some cases, these armed non-state actors adopt repressive strategies to govern their territories and local populations. This study asks under what circumstances local actors mobilise against criminal governance. Focusing on the case of Michoacán, Mexico, I argue that the emergence of vigilante groups, known as autodefensas, was prompted by the breaching of a social contract – a set of formal and informal agreements and obligations – between organised crime and civil society. As criminal governance spread in Michoacán, so did predatory behaviour against local communities, which gave way to an elite-organised social movement structured by rural inequalities.

Rechazando el contrato social: gobernanza criminal, desigualdades agrarias y el movimiento de autodefensa en michoacán, méxico: spanish abstract

Rechazando el contrato social: Gobernanza criminal, desigualdades agrarias y el movimiento de autodefensa en Michoacán, México: Spanish abstract

En muchos países en desarrollo donde las instituciones formales fracasan en garantizar el estado de derecho, organizaciones criminales han emergido como intermediarias entre los ciudadanos y el Estado. En algunos casos, estos actores armados no estatales adoptan estrategias represivas para gobernar sus territorios y a la población local. Este estudio pregunta bajo qué circunstancias los actores locales se movilizan en contra de la gobernanza criminal. Enfocándome en el caso de Michoacán, México, argumento que la emergencia de los grupos de vigilantes, conocidos como autodefensas, fue incitada por la ruptura de un contrato social – acuerdos y obligaciones formales e informales – entre el crimen organizado y la sociedad civil. En la medida que la gobernanza criminal se expandió en Michoacán, también lo hicieron las conductas depredadoras en contra de las comunidades locales, lo que dio paso a un movimiento social organizado de élite estructurado sobre las desigualdades rurales.

Rejeitando o contrato social: governança criminal, desigualdades agrárias e o movimento autodefensa em michoacán, méxico: portuguese abstract

Rejeitando o contrato social: Governança criminal, desigualdades agrárias e o movimento autodefensa em Michoacán, México: Portuguese abstract

Em muitos países em desenvolvimento, onde as instituições formais não garantem o estado de direito, as organizações criminosas surgiram como intermediárias entre os cidadãos e o Estado. Em alguns casos, esses atores armados não estatais adotam estratégias repressivas para governar seus territórios e populações locais. Este estudo pergunta em que circunstâncias os atores locais se mobilizam contra a governança criminal. Com foco no caso de Michoacán, no México, argumento que o surgimento de grupos de vigilantes, conhecidos como autodefensas, foi motivado pela quebra de um contrato social – um conjunto de acordos e obrigações formais e informais – entre o crime organizado e a sociedade civil. À medida que a governança criminosa se espalhou em Michoacán, o mesmo aconteceu com o comportamento predatório contra as comunidades locais, que deu lugar a um movimento social organizado pela elite e estruturado pelas desigualdades rurais.

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Type
Research Article
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Copyright
Copyright © The Author(s), 2023. Published by Cambridge University Press
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Figure 1. Michoacán, with MunicipalitiesSource: Author's elaboration.

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Figure 2. Michoacán: Land Concentration and Vigilante Group PresenceSource: Elaborated using data from INEGI, Censo agrícola; CNDH, Informe especial; and various primary sources (see ‘Statistical Analysis’ section).

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Table 1. Logistic Regressions of Vigilante Group Formation in Michoacán